O Incrível Hulk

terça-feira, 17/02/2009

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Demorei bastante para ver o Incrível Hulk, primeiro porque o Hulk não é um dos meus personagens favoritos, segundo porque o primeiro filme tinha sido tão ruim, que era prematuro demais no meu ponto de vista fazer um novo, mas como dizem, o tempo é o melhor remédio. Este segundo filme ainda não é a melhor adaptação de quadrinhos que já vi, mas também não é a pior, diria até que é acima da média, principalmente vindo da Marvel, que estragou completamente o Quarteto Fantástico.

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Anime e Qualidade

quinta-feira, 29/01/2009

xamdCom a quantidade de animes que finalmente chegam todos os dias aqui pelas bandas do Brasil me espanto com a qualidade de alguns deles. Quando comecei a assistir animes, todos eram cópias das cópias das cópias de algum VHS que tinha chegado aàs mãos de algum fã. As vezes este fã comprava as fitas e a partir dai com a ajuda dos amigos eram feitos os fansubs. E na época alguns tinham qualidade excepcional, como o Akira. Quando o vi pela primeira vez foi como me acertassem com uma marreta. Como aquilo era bem feito.

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The Orange Box

quinta-feira, 04/12/2008
A Capa do Orange Box

A Capa do Orange Box

Se você tem por volta de R$ 99 para gastar e não sabe o que fazer com ele, posso te dar uma boa sugestão: The Orange Box. O Orange Box é uma pequena coleção de jogos lançada pela Valve, que trouxe entre outras coisas, um dos melhores jogos do ano passado: Portal. Além dele, o pacote inclui o Steam que é o programa de distribuição de software da Valve, Half-Life 2, Half-Life2 – Episódio 1 e 2, mais o Team Fortress 2.

Do Portal eu já falei e sem necessitar de grandes apresentações no mundo dos jogos, Half-Life 2 é fantástico, na época em que foi lançado era o topo da qualidade gráfica, de desenvolvimento e com uma história fantástica de se vivenciar. O que melhorou ainda mais quando foram lançados os Episódios 1 e 2, que contam a seqüência da história do retorno de Gordon Freeman, com algumas melhoras aqui e ali na máquina gráfica e na jogabilidade que já eram ótimas. Completando o conjunto, tem o Team Fortress, que é um jogo online para se perder muito tempo e se divertir bastante. Recentemente, os empregados da Valve disseram que o desenvolvimento do episódio 3 estava atrasado graças ao tanto de coisas legais que eles vinha colocando no Team Fortress. E bota coisa legal nisso. E ele ainda possibilita o dono de baixar os milhares de mods que existem para o HL2.

Considerando o preço das coisas aqui no Brasil, e com o dólar nas alturas o Orange Box pode parecer meio ultrapassado, afinal foi lançado ano passado, mas para quem não teve oportunidade de jogar é sem dúvida uma grande pedida. É um pacote de 5 jogos em um, e com o preço de um aqui no Brasil. Garante diversão por vários dias, ou anos, como é o meu caso, já que quando o instalei joguei muito e nunca mais tirei os jogos do hd, sempre voltando a eles quando tenho um tempinho. Em breve coloco artigos separados para cada um deles.


Spore

quarta-feira, 10/09/2008

Depois de alguns dias jogando Spore posso afinal dizer a que veio o jogo. De forma despretensiosa ele é um simulador do que você quiser, até um certo grau é claro.

Com os editores que existem no jogo o limite é a imaginação de cada um, criando ou pervertendo qualquer coisa. O editor de naves tem formatos famosos, como o Star Destroyer e afins. O criador de criaturas está ai há algum tempo, então hoje em dia nem sei o que mais pode ser criado com ele, é só olhar o site oficial e ver as monstruosidades que lá estão. Já o criador de veículos marinhos e terrestres requerem mais pensamento, mas não deixam de ser extremamente detalhados e quase ilimitados.

Além da parte de criação de coisas você pode evoluir sua criatura até ela deixar o planeta e cruzar o universo, e este é enorme, então tem muita coisa a ser vista. O mais frustante é a dependência de dinheiro para se movimentar, afinal você precisa comprar energia e reparar a nave já que em cada canto pode ter uma raça inimiga, mas mesmo assim é um prato cheio para quem gosta de um desafio.

Acho que posso dizer que Spore é um daqueles jogos que tem vida longa, já o fator de repetição é bem grande. Ainda não terminei ele, mas já comecei outra criatura para tomar decisões diferentes e ver onde vou parar. Aqui no Brasil ele está sendo vendido a R$ 99 a versão mais simples e a R$ 139 a versão com extras.


Xenogears

sexta-feira, 29/08/2008

Foi em 1998 que ao folhear uma revista americana sobre videogames tive meu primeiro contato com Xenogears. Era uma propaganda de página inteira com um robô azul e logo abaixo dele estava escrito: Stand tall and shake the heavens, algo como mantenha-se ereto e chacoalhe os céus. Aquilo realmente me impressionou, afinal era um rpg da Square, e não era Final Fantasy.

Poucos meses depois pude colocar minhas mãos no jogo, e bem, muitas horas perdidas depois fiquei com aquela sensação de que aquilo tudo era realmente fantástico. Uma história rica em detalhes, cenários gigantescos, robôs pilotáveis, músicas fantásticas e a possibilidade de lutar contra tudo, e contra Deus também.

A trama começava como todo rpg clássico, um rapaz de uns 20 anos, que está em uma vila remota de um continente dividido pela guerra das duas maiores nações que existe no mundo. Logo a guerra chega ao herói da história Fei Fong Wong, que sofre de perda de memória, mas que para proteger a vila entra em um dos Gears (robôs utilizados na guerra) para lutar contra os inimigos, neste momento surge o que pode ser considerado o Darth Vader dos rpgs: Grahf um ser misterioso e muito poderoso e através dele Fei perde o controle e acidentalmente acaba incinerando a vila inteira. Ele então decide sair mundo afora e descobrir qual o seu lugar.

A princípio pode parecer simples, mas com o passar do tempo a história se aprofunda e muitas viradas acontecem. Inimigos muito poderosos aparecem, alianças bem estranhas se formam e muita história é contada. Logo o jogador está completamente inserido na luta de Fei, sua necessidade de procurar Elly, que é o seu grande amor através dos tempos e sua luta contra Grahf e o Ethos, que é a igreja que domina o mundo de Xenogears, claro que no decorrer da história, o seu mecha, o Weltall sofre diversos upgrades, cativando ainda mais os jogadores.

Além da história complexa e bela, Xenogears tinha outros fatores que o deixava anos a frente dos outros rpgs, músicas da melhor qualidade compostas por Yasunori Mitsuda, que também compôs as músicas de Chrono Trigger e Front Mission, entre as músicas haviam trilhas cantadas deixando a história com um jeitão de um anime melhorando a interação entre história/desenvolvimento. Além disso foi um dos primeiros jogos a ter um cenário 3d permitindo que os personagens ficar vagueando pelo mundo imenso.

Um dos poucos jogos a ganhar a nota máxima da revista japonesa Famitsu, Xenogears ainda é tão popular que foi um dos títulos mais pedidos para ser incluso no Playstation Network – PSN, que é o canal de internet do playstation, onde os fãs puderam baixar o jogo e jogar no Ps3.