Resident Evil: Degeneration

quarta-feira, 11/02/2009

redegen

Não sou muito fã de Resident Evil, acho que quando vi o primeiro no Psone, e ouvi a famosa frase “Don´t shoot I’m human” misturado com aquele cg esquisito a série perdeu alguns pontos na minha mente. Até cheguei a jogar um ou outro, mas tudo aquilo não faz muito sentido, e outros jogos de sobrevivência/horror me pareceram melhores, mas isso é realmente uma questão de gosto. Apesar disso, acabei vendo os três filmes live action que foram lançados, e agora vi o filme de cg: Resident Evil – Degeneration.

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Playstation Portable

segunda-feira, 05/01/2009

psp1 Nos últimos 3 anos não teve compra melhor do que esta aqui em casa. É pequeno, pode ser levado para qualquer lugar, onde vai atrai a atenção, tem um display bonito e pode ser utilizado para jogar jogos, assistir filmes e muitas coisas. Estou falando do Playstation Portable, o videogame de mão da Sony.

Lançado em 12 de dezembro de 2004 no Japão e em março de 2005 nos EUA, o Psp foi uma pequena ousadia da Sony para ver o que conseguiria em um mercado dominado pela Nintendo e sua família de Gameboys e o DS. Na época o único portátil que tinha alguma expressão além do Nintendo DS era o Gp32 e mesmo assim não tinha saída no mundo ocidental, já que era um console coreano. Logo a Sony viu ali uma oportunidade para mais um Playstation.

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Final Fantasy III for DS

sexta-feira, 04/07/2008

Final Fantasy sempre foi sinônimo de jogos de aventura de qualidade, desde seu início modesto e pixelado no Nintendinho até os dias de hoje. Todos os jogos conquistaram tantos fãs que alguns — como eu — se tornam fã de qualquer coisa da série. Não é de se admirar que a Square, produtora dos jogos, se sinta à vontade para relançar alguns dos títulos mais antigos — algumas vezes sem muito brilho, mas outras vezes refeitos da maneira mais sofisticada possível. É o que acontece com Final Fantasy III.

Nunca lançado antes oficialmente no mercado ocidental, foi jogado por muitos nos emuladores, com ROMs disponíveis na internet. O jogo representava o melhor que se podia obter com o NES, era estimulante, tinha um ótimo sistema de classes e nunca era frustrante. A história era meio fraquinha, mas o que se podia fazer naquela época? O jogo foi relançado em 2006 para o portátil Nintendo DS em grande estilo: ainda é o mesmo jogo, mas os gráficos foram reelaborados para serem tridimensionais e com mais detalhes, a música também ganhou um level-up e a história também ganhou algumas nuances.

O jogo ainda é o mesmo: o sistema de classes permanece, e saber qual classe usar em que situações é uma estratégia em si. A história continua fraquinha, mas pelo menos existe algum desenvolvimento de personagens. Na verdade, existem personagens — o jogo original não os tinha. A idéia é a mesma: alguém no mundo está ameaçando a integridade dos quatro cristais dos elementos, e quatro guerreiros predestinados se ocupam em salvar o mundo. Tudo com muitas batalhas, muitos monstros e muita magia em um cenário típico de fantasia medieval (com alguma tecnologia).

O interesse básico é ver como a Square usaria as tecnologias disponíveis no DS, mais especificamente a touchscreen. O resultado é um pouco misto. Nas cidades, se tornou muito fácil caminhar de um lado a outro, conversar com NPCs e selecionar uma ou outra coisa. Durante as batalhas também se torna bastante fácil, com um toque ou dois, selecionar a ação desejada. Mas continua sendo apenas uma adaptação para um estilo de interface que é feita com o controlador tradicional. Na tela de status, por exemplo, às vezes é necessário clicar duas vezes em um item, para selecionar e confirmar a seleção. Isso não deveria ser necessário, mas levemos em conta que é uma adaptação de um jogo antigo (haverá código reaproveitado?) e uma tecnologia pouco conhecida entre os games. Este mês deve sair o remake de Final Fantasy IV, cujas telas divulgadas na internet prometem algo um pouco melhor.

No final das contas, Final Fantasy III é um jogo que merece alguma atenção. É divertido, permite horas de entretenimento, é desafiante, tem todo o espírito que um jogo da marca deveria ter, roda em um portátil e é muito bom ver que um jogo antigo continua sendo bom.


Final Fantasy VII: Crisis Core

segunda-feira, 16/06/2008

Viver a sombra de uma lenda é algo muito difícil. Ainda mais quando a lenda é Final Fantasy VII, um jogo que simplesmente arrebatou mais fãs do que qualquer outro no mundo inteiro e que é até hoje um dos rpgs mais comentados de toda a história, graças a esta legião de seguidores. É neste contexto que aparece Crisis Core, um prelúdio de FFVII.

Lançado para Playstation Portátil no Japão em setembro de 2007 e nos Estados Unidos em março de 2008, Crisis Core conta a história Zack Fair, o Soldier em quem Cloud Strife se inspirou para achar coragem e lutar no FFVII. Nele vemos o quanto Zack é um herói daqueles antigos, fazendo de tudo para salvar a todos, mesmo que isso lhe custe a própria vida. A maioria dos personagens de FFVII aparece, nem que seja para dar um ar mais cômico à história.

O jogo foi criado para preencher diversos pontos da narrativa que faltavam no jogo anterior, como o envolvimento de Zack e Aerith, a loucura de Sephiroth e como Cloud sobrevive ao encontro com o vilão. Claro, não é somente isso, o jogo mostra o quão humano Zack é em um mundo que está mudando, onde amigos se tornam inimigos e o quanto ele preza a amizade acima de qualquer outra coisa. Também temos novos vilões tão bons e tão cativantes quanto Sephiroth.

Por ser um Final Fantasy, Crisis Core é bem fácil de jogar, e contando com a novidade do DMW (Digital Mind Wave) temos uma jogabilidade agradável e cheia de surpresas, já que através da roleta do DMW os summons e os limit breaks aparecem aleatoriamente. As animações são de primeira qualidade, e para quem espera batalhas épicas, Crisis Core está recheado. Um sistema de missões garante ao jogador o local ideal para ganhar experiência e melhorar o personagem sem a necessidade de continuar na linha temporal da história, podendo participar das missões quantas vezes achar necessário. As matérias também estão de volta, algumas clássicas, outras novas e com um sistema que permite fundir matérias e itens para ganhar novos poderes e atributos.

A trilha sonora contém novas versões das músicas tanto de FFVII, quanto de Advent Children e é uma das melhores já feita.

Para quem jogou Final Fantasy VII, o final do jogo não será novidade, mas a forma como os produtores escolheram para mostrar a vida de Zack faz de Crisis Core um dos melhores, se não o melhor capítulo de FFVII, além de contar com o design bem atual do Advent Children. É um tanto quanto triste, mas sem dúvida vale a pena cada hora jogada na tela do PSP.