O Incrível Hulk

terça-feira, 17/02/2009

ihulk

Demorei bastante para ver o Incrível Hulk, primeiro porque o Hulk não é um dos meus personagens favoritos, segundo porque o primeiro filme tinha sido tão ruim, que era prematuro demais no meu ponto de vista fazer um novo, mas como dizem, o tempo é o melhor remédio. Este segundo filme ainda não é a melhor adaptação de quadrinhos que já vi, mas também não é a pior, diria até que é acima da média, principalmente vindo da Marvel, que estragou completamente o Quarteto Fantástico.

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Resident Evil: Degeneration

quarta-feira, 11/02/2009

redegen

Não sou muito fã de Resident Evil, acho que quando vi o primeiro no Psone, e ouvi a famosa frase “Don´t shoot I’m human” misturado com aquele cg esquisito a série perdeu alguns pontos na minha mente. Até cheguei a jogar um ou outro, mas tudo aquilo não faz muito sentido, e outros jogos de sobrevivência/horror me pareceram melhores, mas isso é realmente uma questão de gosto. Apesar disso, acabei vendo os três filmes live action que foram lançados, e agora vi o filme de cg: Resident Evil – Degeneration.

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Playstation Portable

segunda-feira, 05/01/2009

psp1 Nos últimos 3 anos não teve compra melhor do que esta aqui em casa. É pequeno, pode ser levado para qualquer lugar, onde vai atrai a atenção, tem um display bonito e pode ser utilizado para jogar jogos, assistir filmes e muitas coisas. Estou falando do Playstation Portable, o videogame de mão da Sony.

Lançado em 12 de dezembro de 2004 no Japão e em março de 2005 nos EUA, o Psp foi uma pequena ousadia da Sony para ver o que conseguiria em um mercado dominado pela Nintendo e sua família de Gameboys e o DS. Na época o único portátil que tinha alguma expressão além do Nintendo DS era o Gp32 e mesmo assim não tinha saída no mundo ocidental, já que era um console coreano. Logo a Sony viu ali uma oportunidade para mais um Playstation.

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Constantine

quinta-feira, 20/11/2008
O primeiro poster do filme

O primeiro poster do filme

Tenho que admitir, não foi o que eu esperava. Desde de quando ouvi obre o filme baseado nos quadrinhos de Hellblazer, achei que não sairia boa coisa. Afinal a história é complexa, imoral, anti-religiosa e totalmente sacana.

Keanu Reeves não seria minha escolha para o papel mas com certeza fez um bom trabalho. Claro que a beleza de Rachel Weisz ajudou muito e sua atuação também foi fantástica. Acho que da parte dos atores, apenas o Shia LaBeouf é que deixa muito a desejar como Chas. Mas no conjunto e com a participação de Tilda Swinton a parte teatral do filme foi bem planejada e executada.

Os efeitos especiais e a execução da história foram bem feitas, mas em alguns pontos bem exagerada, o que difere e muito de Hellblazer. Nos quadrinhos, tirando aqueles em que os seres sobrenaturais aparecem, tudo é bem sutil e quase não se percebe a magia sendo executada, enquanto no filme, tudo é bem espalhafatoso.

Acho que a parte mais fraca é realmente a história, que se fosse de algum outro personagem seria boa, mas se comparada com as histórias do Constantine é apenas media. O Constantine de Keanu é mais humano do que sua identidade dos quadrinhos, e muito, muito menos amoral. Mas acho que com a censura que seria para fazer um Constantine realmente parecido com o imaginado pelo Alan Moore, ficaria inviável fazer o filme. No fim das contas dou uma nota sete no filme, que não deixa de ser divertido.


Agente 86

sexta-feira, 07/11/2008

 

Poster do filme

Poster do filme

Fazia tempo que não aparecia um filme de comédia sem ter cenas de apelação ou escatologia. Aliás aparentemente a indústria cinematográfica do gênero parece ter esquecido que um dia já existiu comédias tão engraçadas como as de Jerry Lewis e Mel Brooks ou o humor negro de Monty Python e hoje em dia só consegue produzir comédias românticas que reciclam sempre as mesmas piadas e filmes idiotas e apelativos como a série Todo Mundo em Pânico.

Agente 86 destoa desta tendência e mostra que ainda é possível fazer as pessoas rirem apenas com boas atuações e idéias engraçadas. O filme consegue captar bem a essência do antigo seriado e ainda trazer nova roupagem aos personagens e situações, além de prestar homenagem ao seriado. Steve Carell está bem caracterizado como Maxwell Smart, não tão inocente quanto o original, mas tão engraçado quanto e a adição da nova Agente 99 – Anne Hathaway mostra uma química bem interessante que complementa o personagem de Carell. 

Aliás a Agente 99 não deve nada a qualquer outra agente já personificada no cinema, e até faria inveja a algumas Bond Girls. O ponto fraco do filme vai para os vilões, que passam praticamente desapercebidos e entram e somem de cena como se nem fizessem parte da história. Um bom filme para se ver e dar boas risadas das coisas impossíveis que acontecem. Muito bom, mas ainda acho que o melhor filme do Agente 86 é A Bomba que Desnuda. No créditos ainda podemos ver que o filme tem a consultoria do Mel Brooks, o que o deixa ainda melhor.


Eu sou a Lenda

segunda-feira, 03/11/2008
Capa original do livro Eu sou a Lenda

Capa original do livro Eu sou a Lenda

Graças ao filme que recentemente foi para o cinema, fiquei curioso para ler o livro no qual ele foi baseado. A premissa tinha me deixado bastante curioso, afinal o livro já é um pouco velho, foi lançado em 1954 por Richard Matheson, e desde lá o nível da tecnologia cresceu muito. Então minha curiosidade era como era engendrada a epidemia de zumbis e como Robert Neville sobrevivia várias décadas antes do filme.

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Fight Club

quarta-feira, 23/07/2008

Em 1999 David Fincher lançou um filme que poucas pessoas acharam que daria certo. A primeira foto promocional que saiu foi uma foto do Brad Pitt com o rosto coberto de sangue e sorrindo, seguida de uma do Edward Norton em situação parecida. Completamente estanho, mas logo chamou a atenção não somente das fãs do Brad Pitt, como também dos marmanjos que gostariam de o ver naquela situação. Era ali que começava a luta…

Com filmes como Alien³ e Se7en no curriculo, já era de se esperar que David Fincher fizesse de Fight Club algo memorável, e ele fez mais do que isso, transformando o filme em uma mistura de cultura e violência. Apesar de inicialmente os atores cotados para fazer os papéis principais terem sido Russel Crowe e Matt Damon, Pitt e Norton pareciam terem sido feitos para os papéis e tiveram aulas de como fazer sabonetes e boxe apenas para representarem bem seus papéis. Para o papel de Marla Singer, Reese Witherspoon foi a primeira a ser cotada, mas Fincher achou que ela era nova demais, escalando assim Helena Bonham Carter.

O filme traz a história do narrador sem nome (Norton), que está cansado da sua vida consumista. Ele acha que é um escravo da sociedade, tendo que comprar coisas inúteis apenas para se sentir satisfeito. Até que ele encontra o despreocupado Tyler Durden (Pitt), que apenas vive um dia de cada vez e faz muitas maluquices. O Narrador sem nome frequenta diversos grupos de auto-ajuda como ajuda para quem tem cancer ou aids e acaba por conhecer a Marla Singer (Carter), e assim eles decidem dividir os grupos para não deixar os outros perceberem que eles não estão doentes. Graças a explosão do seu apartamento, o Narrador acaba hospedado na casa de Durden e juntos eles fundam o Fight Club, um grupo onde eles podem se bater e apanhar para se livrar do stress que a vida morderna gera, e é ai que tudo vai pelos ares…

O filme foi um grande sucesso, e o dvd é repleto de extras que trazem ainda mais insanidade para acompanhar o filme. Quando foi lançado a caixa do dvd parecia um embrulho feito com saco de papel e era muito bem sacada.

Talvez este seja o melhor filme de Brad Pitt, e sem dúvida é um dos melhores de Edward Norton. A narração faz com que acompanhemos a tragédia do narrador, seus medos e sua alegria quando tudo está pegando fogo. A ação do filme é brutal, vemos lutas bem coreografadas e nada de exageros, e tudo parece bem real, inclusive os dentes voando. Claro que o filme não é somente sobre o Clube , mas para é necessário vê-lo para apreciar todo o brilhantismo da história, ou a doideira do diretor. Claro que como todo clube ele também tem as suas regras, e a primeira regra do Fight Club é: Você não fala sobre o Fight Club!